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30 de junho de 2017

A Origem do Parafuso

Você conhece qual é a origem do parafuso?

A origem do parafuso é incerta. Há diversas versões sobre qual é a exata data em que foi criada a peça, tão útil e essencial para tantas coisas.

Uma das teorias sobre a origem do parafuso, por exemplo, afirma que o foi o pesquisador grego Arquitas de Tarento que desenvolveu o acessório, por volta de 400 a.C.

O grego teria criado o parafuso para usá-lo em prensas para extrair azeite das olivas e para o processo de produção de vinhos.

Também conta-se, sobre a origem do parafuso, que por volta de 250 a.C., o matemático, físico e inventor grego teria elaborado trabalhos utilizando-se do parafuso. Ele teria desenvolvido a rosca e a utilizou para a criação de um dispositivo que elevava a água para a irrigação de plantações.

Já os romanos teriam utilizados os princípios de Arquimedes sobre o parafuso para extraírem de minérios de minas. Nessa mesma época acredita-se que o parafuso já era usado em pivôs para portas. 

Leonardo da Vinci desenha projeto de parafuso, será?

Ainda sobre a origem do parafuso, fala-se também que Leonardo Da Vinci teria desenhado projetos de máquinas para fabricar os parafusos. No entanto, registram datam que foi apenas em 1568 que tal máquina foi realmente construída, pelo matemático e inventor francês Jacques Besson.

Anos e décadas foram passando e diversos inventores foram dando novas formas ao acessório. O problema é que as criações acabam ficando sem padronização – o que dificultava o seu uso pelas pessoas.

A chave para o uso: padronização dos parafusos

Para dar fim a esse problema, com o tempo, acabaram sendo criados padrões para as peças. A finalidade era possibilitar que todas as pessoas pudessem ser usadas de forma adequada e mais fácil – como é hoje, tornando assim a sua utilização universal.

Com essa padronização, a utilização do parafuso aumentou e sua produção passou a ser em larga escala.

Atualmente, existem inúmeros modelos da peça, com ou sem porca. Temos, por exemplo o parafuso prisioneiro, o parafuso de pressão, o parafuso e fundação e muitos outros. 

Existem muitos tipos de parafuso?

A resposta é um grande e sonoro SIM.

Os parafusos são compostos, geralmente por duas partes: corpo e cabeça.

A cabeça da peça apresenta diversos tamanhos, embora existam modelos também sem essa parte. Já o corpo do parafuso pode ser cônico ou cilíndrico, além de totalmente ou parcialmente roscado.

No corpo do parafuso também se localiza a ponta, que pode ter diversos formatos e poder de perfuração. No geral, os parafusos se classificam em quatro grandes grupos: parafusos passantes, parafusos não-passantes, parafusos de pressão, parafusos prisioneiros. Veja mais sobre eles a seguir:

●     Parafusos passantes

São peças que atravessam de lado a lado, transpassando livremente furos e buracos. Utilizam-se de porcas, arruelas e contraporcas. Os parafusos passantes podem ter ou não cabeça.

●     Parafusos não-passantes

São os modelos que não se utilizam porcas. A porca serve para rosquear a peça, unindo-as.

●     Parafusos de pressão

São parafusos que são fixados através de pressão. A pressão é pela ponta do parafuso contra a peça a que ele será fixado. Podem também ter ou não cabeça.

●     Parafusos prisioneiros

São peças sem cabeça e com rosca nas duas extremidades. São mais usados em construções que exigem constantes montagens e desmontagens.

Não há como negar, são peças essenciais para construções e montagens!

Independente da exata origem do parafuso, a peça é, há décadas, essencial para a montagem e construção de quase tudo que vemos – desde objetos domésticos até grandes obras.

Parafuso